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“Cada paróquia é um nó desta rede”
09 de Janeiro de 2020
Visita Pastoral à Vigararia de Oeiras
“Cada paróquia é um nó desta rede”
O Cardeal-Patriarca de Lisboa pediu às 13 paróquias que compõem a Vigararia de Oeiras para “aproveitarem” a Visita Pastoral para “compartilhar, refletir e aprofundar aquilo que vai acontecendo em termos de evangelização neste território”. Na abertura da Visita Pastoral a esta vigararia, em Porto Salvo, D. Manuel Clemente destacou a oportunidade do tema desta iniciativa: ‘Fazer da Igreja uma rede de relações fraternas’.

“A minha alegria, compartilhada pelos meus colegas [Bispos], de estarmos aqui a dar início à Visita Pastoral”. Foi com estas palavras que o Cardeal-Patriarca de Lisboa ‘inaugurou’ a Visita Pastoral à Vigararia de Oeiras. No salão paroquial de Porto Salvo, na tarde do passado Domingo, 5 de janeiro, teve lugar o encontro com os párocos e os membros dos Conselhos Pastorais Paroquiais e Conselhos Económicos das 13 paróquias da vigararia, com D. Manuel Clemente a destacar o tema da Visita Pastoral, ‘Fazer da Igreja uma rede de relações fraternas’. “Esta expressão é transversal em toda a Constituição Sinodal de Lisboa. Uma rede é um conjunto de fios que estão articulados, em nós. São esses nós que depois unem os fios e fazem uma rede. Estava a ouvir estas 13 paróquias e estava a ver esses nós. Cada uma das nossas paróquias é um nó desta rede. Para que as coisas não se dispersem, para que as coisas se conjuguem”, apontou.

Antes da intervenção do Cardeal-Patriarca, cada uma das 13 paróquias da Vigararia de Oeiras apresentou, de forma breve, em cerca de cinco minutos, a sua comunidade cristã, num momento que D. Manuel Clemente considerou “uma oportunidade única”. “Alguma vez tinham tido ocasião, durante uma hora, de ouvir o que acontece nas outras paróquias da vigararia?”, questionou. “Isto é fazer rede”, garantiu.


Realidade permanente

No início do seu discurso, o Cardeal-Patriarca de Lisboa tinha explicado a evolução que as Visitas Pastorais sofreram nas últimas décadas. “A expressão ‘Visita Pastoral’ corre hoje uma realidade muito distinta do tempo em que as ditas Visitas Pastorais começaram. Antigamente, eram uma ocasião, em que aparecia algum Bispo, nalgum sítio, geralmente para resolver problemas judiciais, ver se as igrejas tinham teto, crismar… Hoje em dia, as Visitas Pastorais são permanentes e quer eu, quer os meus colegas, todos os dias, andamos em Visita Pastoral neste vasto território da Diocese de Lisboa, que começa aqui e vai até lá acima, a Alcobaça, vem da Azambuja até ao mar. Praticamente todos os dias, quer em termos presenciais físicos, quer em termos presenciais mediáticos, estamos na diocese inteira”, explicou, sublinhando que, “por isso, a Visita Pastoral, hoje, não tem aquele cunho que tinha antes, porque é efetivamente uma realidade permanente”.

Para D. Manuel Clemente, “continua a ter interesse fazer, de vez em quando, algo assim mais expresso, e fazê-lo por vigararia”. “Vamos aproveitar esta ocasião para compartilhar, refletir e aprofundar aquilo que vai acontecendo em termos de evangelização neste território”, desejou.


  • Leia a reportagem completa na edição do dia 12 de janeiro do Jornal VOZ DA VERDADE, disponível nas paróquias ou em sua casa.
  • Acompanhe aqui as notícias sobre a Visita Pastoral à Vigararia de Oeiras: http://bit.ly/VP_Oeiras

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