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03 de Julho de 2014

Padre Lereno celebra 60 anos de sacerdócio

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Foi coadjutor de um bispo numa paróquia, passou pela Ação Católica, pela Pastoral das Vocações e esteve 36 anos como pároco em São João de Brito. Falamos do padre Lereno Sebastião Dias, sacerdote natural do Ramalhal, Torres Vedras, que no passado dia 29 de junho celebrou 60 anos de sacerdócio.

A pergunta surpreendeu: “Quantos, dos que aqui estão, estiveram, há 60 anos, na Sé de Lisboa, na minha ordenação sacerdotal?”. Perante algumas dezenas de braços no ar, o padre Lereno sorri. Foi no Ramalhal, a sua terra natal, que este sacerdote celebrou no passado Domingo, 29 de junho, o 60º aniversário da sua ordenação. “Estamos cá, exatamente 60 anos depois, a celebrar a Missa de Jesus Cristo!”, apontou. Junto de familiares, amigos e conterrâneos, o padre Lereno recordou que tinha sido naquela igreja paroquial que, há 84 anos, tinha sido batizado. “Dou muitas graças a Deus por isso e pela minha querida terra. Não sou capaz de falar no Ramalhal se não disser ‘meu querido Ramalhal’”, referiu, para deixar uma certeza: “Tendes diante de vós um padre que o é há 60 anos! Que dá muitas graças a Deus, agradece muito a vocação e aquilo que deseja é estar aqui, a celebrar a Missa dos 60 anos, e a celebrar enquanto andar por cá. Não me arrependi um segundo do meu sacerdócio! Agradeço muito os dons que Deus me deu e desejo servi-l’O até ao último suspiro”.


Por palavras e ações
Um ambiente profundamente cristão. É desta forma que o padre Lereno Sebastião Dias recorda, ao Jornal VOZ DA VERDADE, a infância passada na sua terra natal. “Lá em casa éramos oito: os pais e seis filhos, tudo muito equilibrado, porque éramos três rapazes e três raparigas. Vivíamos num ambiente muito feliz! Os nossos pais eram formidáveis, muito cristãos. Era gente do campo, gente humilde, sem prerrogativas especiais, mas as prerrogativas de umas pessoas cristãs e de um ambiente cristão em que fomos educados e em que eu cresci”, conta o padre Lereno. A primeira vez que comungou, com cerca de 7 anos, o pequeno Lereno estava nos braços da mãe. “Recordo-me de ter feito a primeira comunhão nos braços da minha mãe. Ela segurou-me e levou-me junto do altar para eu ‘lançar’ a cabeça à frente e comungar. Era tanta gente na igreja, que eu nem conseguia ir comungar pelo meu pé! Recordo-me de receber a comunhão e ter estado em conversa com Ele… era a primeira vez que eu recebia Nosso Senhor, e fi-lo com muita alegria”, sublinha o padre Lereno, lembrando “o gesto de ternura, carinho, amor e cuidado” de sua mãe. A educação cristã que os pais transmitiram aos filhos, “por palavras e por práticas”, é uma marca que se prolongou no tempo. “Ainda hoje, quando há um acontecimento relacionado com a família e que eu vá celebrar a Missa, tenho a alegria de ver os meus cinco irmãos a receberem a comunhão das minhas mãos”, aponta este sacerdote.

Saiba mais na edição do dia 6 de Julho do JORNAL VOZ DA VERDADE, disponível nas paróquias ou em sua casa.


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