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25 de Julho de 2019

Jovens do Projeto + em missão na Roliça

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Eram 34 jovens missionários. Todos universitários. A acompanhá-los, dois sacerdotes. Na semana do Projeto + na Roliça, os estudantes estiveram com os idosos, com as crianças, fizeram uma obra, andaram de porta a porta e rezaram. O encontro com o pai do Museu ‘Aldeia dos Pequeninos’ marcou também todos os missionários.

Miguel Leitão, de 20 anos, estuda Gestão de Recursos Humanos no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas e diz ter ficado tocado com a entrega dos mais de 30 jovens que participaram no Projeto + e que, de 13 a 20 de julho, estiveram em missão na Roliça. “Como é que 30 ‘malucos’, universitários que estão cansados com a época de exames, que estão estafados, a precisar de férias e com a cabeça ocupada, vêm para cá, cada um com o seu curso, e ao fim de três dias conseguem estar completamente diferentes, a falar uns com os outros, partilhando as suas perspetivas, os seus medos? Isto é tudo obra do Espírito Santo! Foi Deus a atuar nesta semana na vida dos universitários. É incrível e é muito marcante”, assegura, ao Jornal VOZ DA VERDADE, Miguel, que foi um dos chefes gerais da missão.Foram 34 os jovens, acompanhados por dois sacerdotes, que estiveram por uma semana na Paróquia da Roliça, mais concretamente na comunidade da Delgada. Marta Esteves, que estuda Engenharia do Ambiente no Instituto Superior de Agronomia e vai fazer 21 anos em agosto, acompanhou Miguel na ‘chefia’ do grupo, “algo que nunca tinha feito numa missão”, e confessa ao Jornal VOZ DA VERDADE que “estava um pouco nervosa para receber os jovens”. “O nosso lema era ‘Vai correr tudo bem!’”, graceja. “No início da semana, ninguém nos abria a porta, éramos estranhos, a comunidade não sabia quem nós éramos, e até pensavam que estávamos ali por outro motivo qualquer, mesmo estando identificados com as t-shirts do projeto. Hoje, quase no final da missão, já nos ofereceram dois almoços, para os 30 missionários, e fruta que nunca mais acaba. No fundo, coisas com as quais nós, no início, estávamos aflitos”, recorda esta jovem, que frequenta a Paróquia do Campo Grande.

Tempo para as coisas essenciais
Maria Ana Pacheco, de 18 anos, é aluna da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, onde está a estudar Biologia Celular e Molecular, e participou pela primeira vez no Projeto +. “Tem sido uma semana muito intensa e, ao mesmo tempo, muito completa. Aqui, no fundo, temos tempo para tudo, coisa que em Lisboa muitas vezes não temos”, começa por referir esta jovem, ao Jornal VOZ DA VERDADE. Para Maria Ana, o “tempo para as coisas essenciais” marca a missão do Projeto +. “Aqui, temos tempo para rezar, temos tempo para conviver, temos tempo para pensar, temos tempo para aprofundar temas; em Lisboa, estamos na nossa vida ‘normal’ e acabamos por nem ter tempo, nem silêncio. No Projeto + estamos sempre atarefados, mas temos tempo para as coisas essenciais”, assinala esta jovem, da Paróquia de Telheiras.
Maria Ana, que este ano, nas férias da Páscoa, tinha feito também a Missão País, foi “desafiada por uma amiga” a participar nesta missão e também por um dos chefes nacionais do Projeto +, Bernardo Teixeira, que pertence ao núcleo de estudantes católicos da faculdade desta jovem. Da semana na Roliça, Maria Ana destaca “o exemplo dos chefes” da missão e a “sua dedicação”, para que “esta semana fosse possível”. “Estamos todos muito cansados, cansados do ano escolar, cansados da semana em si, que é muito intensa, mas ver a maneira como lidamos com esse cansaço e como tentamos escondê-lo nas várias atividades, seja com os velhinhos, no lar, ou noutra missão, é muito marcante”, assinala.

  • Leia a entrevista completa na edição do dia 28 de julho do Jornal VOZ DA VERDADE, disponível nas paróquias ou em sua casa.


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